Primeiro satélite brasileiro completa 19 anos em operação

Fonte: INPE

Ao completar 19 anos em órbita, no dia 9 de fevereiro, o SCD-1 terá dado 100.274 voltas ao redor da Terra e percorrido uma distância de 4,5 bilhões de quilômetros, o que corresponde a 5.910 viagens de ida e volta à Lua. Primeiro satélite desenvolvido pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), o SCD-1 se mantém operacional e retransmitindo informações para a previsão do tempo e monitoramento das bacias hidrográficas, entre outras aplicações.

O lançamento do SCD-1 pelo foguete americano Pegasus, em 1993, foi o início da operação do Sistema de Coleta de Dados Brasileiro, agora chamado de Sistema Nacional de Dados Ambientais (SINDA). O sistema é baseado em satélites de órbita baixa que retransmitem a um centro de missão as informações ambientais recebidas de um grande número de plataformas de coleta de dados (PCDs) espalhadas pelo Brasil.

Este sistema fornece dados para instituições nacionais governamentais e do setor privado que desenvolvem aplicações e pesquisas em diferentes áreas, como previsão meteorológica e climática, estudo da química da atmosfera, controle da poluição e avaliação do potencial de energias renováveis.

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Cinco orcas ‘processam’ parque aquático por escravidão

Fonte: Folha.com

Cinco orcas foram nomeadas como autoras de um processo na Justiça americana que argumenta que elas têm os mesmos direitos de proteção contra a escravidão que humanos.

A organização de defesa dos direitos dos animais Peta (Pessoas pelo Tratamento Ético dos Animais), três especialistas em mamíferos marinhos e dois ex-treinadores entraram com a ação contra o parque aquático SeaWorld.

Esta seria a primeira vez que um tribunal dos Estados Unidos discute se animais deveriam ter a mesma proteção constitucional que humanos.

A equipe jurídica do SeaWorld classifica o caso como um desperdício de tempo e dinheiro.

“As orcas e outros animais não foram incluídos no ‘Nós, o povo’ quando a Constituição foi adotada”, disse o advogado do parque Theodore Shaw, perante a corte.

Ele argumentou que, se o caso for bem-sucedido, pode haver consequências não só para outros parques marinhos e zoológicos, mas também para o uso de cães farejadores que ajudam a polícia a encontrar drogas e explosivos, por exemplo.

Qual será o resultado do processo? Vote!

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Cientistas boicotam a maior editora de periódicos do mundo

Pessoal!

O texto abaixo é muito importante! E a influência que o abaixo-assinado gerará, influenciará a todos nós na nossa vida acadêmica!

Abraços,

Equipe do Rota Marinha

Fonte: Folha.com

Cientistas de todo o mundo estão participando de um boicote coletivo à Elsevier, a maior editora de periódicos científicos.

A tacada veio de um dos matemáticos mais conceituados de hoje. Timothy Gowers, da Universidade de Cambridge, sugeriu o boicote em seu blog, em janeiro.

Do outro lado do oceano, o também matemático Tyler Nylon, que fez doutorado na Universidade de Nova York e hoje trabalha em uma empresa que ele mesmo fundou, organizou um abaixo-assinado on-line contra a Elsevier.

O documento já conta com quase 5.000 assinaturas de cientistas que, por meio desse documento, se comprometem a parar de submeter seus trabalhos às cerca de 2.000 publicações científicas da Elsevier, que edita títulos como “Lancet” e “Cell”.

O motivo da revolta tem a ver com dinheiro. A Elsevier, assim como a maioria das editoras científicas comerciais, cobra caro para publicar um artigo aceito (após a chamada “revisão por pares”) e também cobra pelo acesso ao conteúdo dos periódicos.

Trocando em miúdos: os pesquisadores pagam para publicar e para ler as revistas científicas com seus artigos.

Na ponta do lápis, a matemática sai cara. O governo brasileiro, por exemplo, gastou R$ 133 milhões em 2011 para que 326 instituições de pesquisa do país tivessem acesso a mais de 31 mil periódicos científicos comerciais.

Os dados são da Capes (Portal de Periódicos da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior), que faz parte do Ministério da Educação.

“Parece que o movimento do livre acesso ao conhecimento científico deu um passo importante com esse movimento internacional”, afirma Rogério Meneghini.

Ele é coordenador do Scielo, uma base que reúne 230 periódicos científicos brasileiros com acesso aberto.

“Gowers tem uma medalha Fields, o que equivale a um ‘Nobel’ na matemática. Isso dá credibilidade”, afirma Meneghini.

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CategoriasNotícias

Cientistas encontram crustáceos ‘gigantes’ na Nova Zelândia

Fonte: BBC Brasil

Equipes de cientistas da Escócia e da Nova Zelândia encontraram um crustáceo gigante em um fosso submarino a sete quilômetros de profundidade.

A criatura, batizada de supergigante, é um tipo de anfípode, animais que geralmente têm cerca de dois ou três centímetros de comprimento.

Mas, o crustáceo encontrado na Fossa de Kermadec, na costa da Nova Zelândia, é mais de dez vezes maior do que isto. O maior exemplar descoberto pelos cientistas chegou a 34 centímetros.

“Eu parei e pensei: ‘o que é isto?’. Este anfípode é muito maior do que eu pensei ser possível”, disse Alan Jamieson, do Oceanlab, da Universidade de Aberdeen, Escócia.

Os anfípodes, criaturas pequenas e ativas, vivem em grandes grupos no fundo dos oceanos, em fossas e vales que podem alcançar até 11 quilômetros de profundidade.

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Por ano, Terra perdeu 536 bi de t de gelo; nível do mar aumentou

Fonte: Folha.com

As geleiras e áreas cobertas por gelo na Terra perderam 536 bilhões de toneladas por ano entre 2003 e 2010, o que resultou na elevação de 12 milímetros no nível médio do mar nesse período, segundo aponta um estudo feito por cientistas da Universidade do Colorado, nos EUA, e publicado dia 08/02/2012 na edição on-line da revista “Nature”.

O volume derretido por ano equivale a aproximadamente o dobro da quantidade de água que existe no rio Amazonas e corresponde a cerca de 0,002% de toda a quantidade de gelo que se estima existir no mundo.

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CategoriasAquecimento Global

XV COLACMAR 2013, Punta del Este Uruguay

Fonte: OceanografiaOnline

CategoriasEventos, Notícias

Raias jamantas enfrentam destino pior que o do tubarões

Fonte:DiscoveryBrasil

À medida que a populações de tubarões diminuem, os pescadores recorrem cada vez mais às raias jamantas – animais pouco aptos, no sentido mais darwiniano da palavra, a suportar tamanha pressão.
As raias jamantas levam dez anos para alcançar a maturidade, e as fêmeas dão à luz um único filhote a cada dois ou três anos, explicou o pesquisador Mike Bennett, da Universidade de Queensland, à ABC Science:

“Por comparação, o tubarão-branco, considerado uma das espécies marinhas mais vulneráveis do mundo, pode gerar tantos filhotes em uma única ninhada quanto uma jamanta ao longo de toda a sua vida”.

O declínio mundial das mantas e de suas primas, as mantas-diabo, foi documentado  em um estudo recente divulgado pelas organizações de conservação Shark Savers e WildAid. O estudo, “Raia jamanta da esperança: a ameaça global às jamantas e mantas-diabo”, começa rastreando o comércio de guelras, a parte cartilaginosa que ajuda as raias a filtrarem o alimento.

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Estudo: América e Ásia irão se unir e formar continente Amásia

 

Fonte: GeofísicaBrasil

Devido à movimentação dos continentes em direção ao Pólo Norte, em milhões de anos a América e a Ásia irão se fundir, dando origem à Amásia, nome que os cientistas americanos batizaram o que acreditam que se tornará o próximo supercontinente da história.

A grande massa de terra se formará dentro de 50 a 200 milhões de anos, de acordo com uma pesquisa da Faculdade de Geologia e Geofísica da Universidade de Yale (EUA) publicada na revista britânica Nature. Os dois continentes se juntarão pelo Pólo Norte por meio de uma cordilheira que ligará o Alasca à Sibéria. A América permanecerá situada sobre o anel de fogo do Pacífico, uma zona de intensa atividade sísmica e vulcânica, mas seu revelo mudará radicalmente pois a atração em direção ao Pólo fundirá a América do Sul a do Norte.

Este deslocamento provocará o desaparecimento do oceano Ártico e do mar do Caribe, segundo explicou à agência EFE Ross Mitchell, geólogo de Yale e um dos autores do artigo. Já se passaram 1,8 bilhão de anos desde que se formou o primeiro supercontinente, Columbia, que foi seguido pelo Rodínia e Pangea, última grande massa de terra a se formar, com centro na África atual e que com o tempo e a ação das placas tectônicas formou os continentes como são hoje em dia.

De acordo com os cientistas, o centro da Amásia ficaria em algum ponto do atual Oceano Ártico. Esta teoria contradiz os dois modelos defendidos até o momento: uma das hipóteses sugere que o centro do próximo supercontinente será na África, e a outra diz que será no oceano Pacífico, em algum ponto entre as ilhas de Havaí, Fiji e Samoa.

Segundo estes modelos, a união dos continentes ocorreria por meio do oceano Atlântico ou do Pacífico, respectivamente, enquanto o modelo de Mitchell defende que isso aconteceria através do Ártico.

CategoriasCuriosidades, Geologia

Férias com consciência ambiental

Fonte: greenpeace.org

Neste verão, o Greenpeace percorre o litoral paulista para informar turistas e comunidades costeiras sobre a importância da preservação dos oceanos e convidar as pessoas a se engajarem com a causa, tornando-se colaboradores.

A primeira parada acontece em Santos nesta última quarta-feira (25 de janeiro), e será seguida por Guarujá e Ubatuba. O objetivo é mostrar como áreas marinhas protegidas garantem a saúde das praias e quais atitudes individuais e coletivas mantêm os oceanos limpos e saudáveis para as futuras gerações.

A programação inclui projeção de filmes, apresentações teatrais e palestras, demonstração de uso de fogões e outros utensílios solares, além de uma exposição fotográfica. Todo o carbono emitido pelo evento será mitigado com a plantação de mudas de palmito Juçara. Também as crianças têm diversão garantida, com peça de teatro promovida por voluntários do Greenpeace e desenhos para colorir.

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CategoriasNotícias

Cientistas dizem que em 200 anos Islândia não terá mais gelo

Fonte foto: terra.com

Quando foi descoberta há mais de mil anos pelos vikings no meio do Atlântico Norte, a ilha da Islândia foi batizada “Iceland”, Terra do Gelo, mas parece ter sido mera questão de escolha. Afinal, a Islândia tem nada menos que 130 vulcões encravados nas geleiras. Em média, 20 estão permanentemente em erupção, cuspindo lava e fogo, enchendo o céu de fumaça e cobrindo a terra de sombras. Nessa guerra, quem perde é o gelo.

O  programa de televisão “Fantástico” se aventurou nessa terra de mistérios para mostrar como o homem se adapta a essas enormes forças da natureza e como essa ilha de gelo e fogo está sendo afetada pelo aquecimento global.

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Fonte notícia: globo.com

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